DICAS E PERGUNTAS FREQUENTES
Quais os documentos necessários para uma regulação de sinistro de transporte rodoviário de carga?
Cada sinistro possui normalmente uma particularidade que leva a solicitação de alguns documentos em específico. Não obstante, além dos documentos solicitados pela Reguladora, outros podem ser solicitados pela Seguradora em sua análise. No entanto, destacamos alguns documentos importantes e que normalmente se fazem necessários para todos os casos de sinistro (nas modalidades de RCTR-C e RR):

•  Manifesto de Carga;
•  Conhecimentos de Embarque;
•  Notas Fiscais;
•  Boletim de Ocorrência Policial (acidente);
•  Registro de Ocorrência Policial (saque);
•  Declaração do Motorista;
•  Documentação do Veículo e Motorista;
•  Prejuízo Detalhado / Laudo de Análise;

  
Por que muitas vezes a Reguladora não obtém cópia do Boletim de Ocorrência Policial no local do evento?
Existem alguns fatores que impedem a obtenção do B.O. (Boletim de Ocorrência), dentre eles: são emitidos após 10 a 15 dias da ocorrência; são liberados apenas para o motorista ou representantes legais dos envolvidos.
  
Qual a necessidade do Registro de Ocorrência da Polícia Civil?
O R.O. (Registro de Ocorrência) da Polícia Civil é necessário para casos em que ocorram saques de mercadorias, sendo este o documento legal que registra a ocorrência de saque.
  
Por que em muitos casos a reguladora não realiza a limpeza de pista?
Salvo disposição em contrário prevista na apólice, a limpeza de pista não está garantida nas condições básicas do seguro, sendo portanto uma responsabilidade do próprio transportador.
  
Que informações são necessárias no ato de acionamento de um sinistro?
Sabemos que nem sempre todas as informações estão disponíveis, mas é interessante que no ato de acionamento se saiba:

•  Razão social do segurado;
•  Corretora;
•  Seguradora;
•  Nome do motorista;
•  Placa do veículo;
•  Remetente / origem;
•  Destinatário / destino;
•  Causa do evento;
•  Local exato da ocorrência (rodovia, cidade, estado);
•  Data / hora do sinistro;
•  Manifesto, conhecimento e nota (com respectivas datas de emissão);
•  Mercadoria;
•  Valor da carga;
•  Situação no local do evento;

  
Quais as despesas normalmente ocorridas para o resgate de uma mercadoria?
As despesas mais comuns são com veículo de transbordo (para transporte da carga resgatada quando da inviabilidade do veículo original), chapas (equipe para o resgate das mercadorias) e munck (quando o resgate manual é impraticável).
Vale frisar que as despesas com o salvamento da mercadoria também são levadas em conta no cálculo de sinistralidade, portanto todo apoio do segurado em prol da minimização dos custos surte um efeito positivo na sua própria apólice.
  
Qual a razão de muitas vezes a reguladora não obter o laudo de análise durante a vistoria?
É bastante comum não ser possível ao cliente com o qual está se discutido as perdas e danos definir o prejuízo efetivo, uma vez que há mercadorias que necessitam de uma análise minuciosa, que envolva o departamento técnico do cliente, que nem sempre está disponível de imediato ou até mesmo por características do próprio produto (necessidade de testes laboratoriais, por exemplo), sendo que somente após um determinado período a empresa tem condições de se pronunciar a respeito das análises efetuadas, para então serem definidos os prejuízos. Como há casos em que esta análise não tem data definida de conclusão, fica acordado que o próprio cliente se encarrega de enviar à Reguladora ou Corretora quando da obtenção dos resultados.